quarta-feira, 11 de junho de 2008

Lua


Lua...

E neste luar de línguas mortas
Calma distancia de silêncios
Ecoa dos sentimentos palavras
Que não se dizem

São de olhares os meus pensamentos
Atentos no que fora
Vê por dentro.

Aquele choro que não se abre...
E uma lágrima reflete a lua

E passa a lua...
E vou, com ela
Tão bela!

Onde estavam mesmo
os meus pensamentos?!

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