domingo, 6 de julho de 2008

Pássaro azul

Que frágil adorno
No verde da mata
Quisera protegê-lo
No abrigo
No alimento
Mas não teria a mata
O brilho e o encanto
Do teu vôo
Do teu canto
A tua alma
Que a alimenta
E a protege dos humanos
Que se enternecem

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