quinta-feira, 24 de julho de 2008


Violeta

O meu amor às vezes se esconde
Atira flechas e mostra a sua dor
Esse amor é um amor terreno
Acabe no ego dos estúpidos

O meu amor que carrego no peito
Dança alto reflete a sua luz
Nem mesmo o amor terreno
Consegue apagar a sua luz

O meu amor luz da divina providência
Abarca a dor do amor terreno
A taça de predestinado veneno

Violeta flor de mel
A adoçar meu coração
O equilíbrio paz de espírito
A chama púrpura transmutadora
A mostrar a luz do verdadeiro amor!

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