sábado, 16 de agosto de 2008



Às vezes os sonhos são quebrados
Aquele brinquedo que adorávamos
Que tínhamos a confiança em brincar
Que nunca nos magoaria
Estava ali sempre a nossa espera
E com nossos olhos radiantes
Fazíamos parte deste mundo
Um mundo criado, fantasias
Coisas de criança...

Criamos brechas nas nossas criações
Onde a maldade fica aguardando
Um vacilo na ingenuidade
Que na ignorância a vaidade se deixa levar
Um tombo!
O choro...
As marcas
O abandono...

Muitos levantamos sozinhos
Outros, uma mão aparece para nos ajudar
Muitas vezes achamos que não precisamos de ajuda
É, a ajuda não vem!
E de repente aparece o abraço,
o colo abençoado
Não percebemos, o quanto havíamos chamado!!

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