
Minhas palavras falam de coisas que invento
Não se prenda em querer me decifrar
Nem eu me agüento...
O que penso hoje, mudo amanhã
Adoro me reinventar!
Sou inconstante, assim como o vento
Adoro o vento me acariciando
Assim com me fascina os furacões
Gosto do movimento
Também gosto do silencio.
Faço parte do tempo, do espaço
E dos meus pensamentos
Vivo o aqui e o agora
Expandindo no eterno, a alma
Que ainda chora!
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