
ACALANTO.
E no banhar das lágrimas
De doces lamentos
Os espinhos a soluçar cantam
Desgraças.
Lava bem a alma
Numa canção de ninar
Há coisas mais bonitas
Lá fora, conforta o coração
A se recobrar em último suspiro
Engole em seco o desamor, e a dor
Lá fora, pela janela
Brota de devagarzinho
um raminho de flor.
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