quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010


Colo de mãe

Sou feita de versos nada transparentes
Oculto as tristezas, a solidão, a dor de toda gente.
Deixo as minhas escondidinhas porque o que vejo pela frente
É coisa feia, perto delas da vergonha expor as minhas, coisas diferentes.
Dou de frente com tristezas, coisa que a mente cria, limpo delas
Até a semente, surge a consciência, tudo é pleno, é aceito
Dorme em paz, brota o suspiro do sono tranqüilo
Onde tudo é compreendido.
O olho da alma abre a porta do coração
Navega o barquinho do amor
Transportando risos, aberturas
Pra outro mundo,
É de paz
Os braços abertos, o colo de mãe.

Um comentário:

Ricardo e Regina Calmon disse...

Os braços abertos ,o colo de MATER!

AMEI,amei e amei!huhuuuuuuuuuuuuuuu
consegui te seguir,minina poeta ,yesssssssssssssssssss

viva la vida