domingo, 18 de abril de 2010


A lua cheia.

São suas mãos, doces lembranças
Descortinando segredos...
Explorando-me quais borboletas
Descobrindo o meu mel.

São elas me aflorando sorrisos
Num aconchego gostoso
Estar com você em pleno, vôo.

Remetes-me ao passado
Num vôo noturno
Trago-te para bem perto de mim.

Sem essa, de ver
O sol nascer!
Quero assim, esquecer,
E da lua jamais sair.

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