
somatória.
E se cubro o meu coração com um manto escuro
É que às vezes se faz necessário
Chorar o amor... chorar à vida
O doce que se torna amargo ao experimentar
Nada mais é, do que a vida finita
Em seus ciclos, e é
Chegada à hora de mudar.
E quando percebemos
O adeus se perdeu, e não me despedi
Como deveria. E assim foi melhor
Ficou a saudade das coisas boas
Pra se juntar ao que virá:
Imenso amor, há de surgir!
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