Sou dona das minhas verdades escrevo o que bem quero
Sai o que tenho dentro o que vejo fora
O que acumulo, coisas velhas remoídas
Repensadas, às vezes, nem bem compreendidas.
Assim, vou me expondo e me procurando
Cada vez mais soltando os freios
Em alguma descida me esbarro
De algumas saio ferida
E peguei o gosto pelo vento.
Coloco as asas, rodas e canto à vida
As marcas olho, e digo:
Valeu vida!
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