quinta-feira, 5 de agosto de 2010



criando.

Desce à noite minha suplica
Meu querer utópico
Desenhando fantasias
É minha poesia.

Aponta o clarão da lua
É Cheia, de promessas
Nessas brancas nuvens, geladas.

Sondo o fim do dia, cobrindo vem
À noite vadia
Soltando o lastro.

Corre o poeta aproveita à brecha
Do orgasmo em festa
Brinca na sua criação.

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