sábado, 27 de novembro de 2010


Outono
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Lágrimas secas
Caem amareladas na solidão
Na falta de cuidados rolo aos ventos
Na espera de cair em tuas mãos.

É certo que escapo entre os dedos
De quem me prende em vão,

Nesse passar calor ao êxtase reporto
Em verdes primaveras nas eras
Regavam as lágrimas, flores.

Hoje sei de ti o que perdi
Aqui rolando sem ter aonde cair.

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